QUE SER É ESSE QUE CHAMAMOS DE "HUMANO"?



Se você se chocou com as imagens, ainda não viu nada, leia a matéria abaixo e tome conhecimento da situação real.
33 CIDADES NO MUNDO
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(Sei que algumas pessoas vão pensar no quanto parece tolo este gesto, afinal para o que serve a galinha, mas ainda bem que existe pessoas que conseguem ter este gesto!)
Marian Morris disse que não praticava primeiros socorros há vários anos, mas queria saber se ela “ainda sabia fazê-lo”. “Eu fiz a respiração no bico dela e seus olhos abriram”, disse Morris. “Respirei novamente e eles abriram outra vez. Eu disse: ‘acho que esta galinha está viva. Mantenham-na aquecida”.
Em seguida, os donos de Boo Boo, Jackie e Becky Calhoun colocaram o animal em uma grande caixa de papelão com grãos e água e aproximaram a caixa a um aquecedor. A galinha recebeu o nome de Boo Boo porque se assusta com facilidade. Os Calhouns acreditam que a galinha caiu no lago depois de levar um susto.

S.O.S
Baleias
Não saia do blog sem ler essa mensagem e se possivel nos ajudar nessa corrente
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oceanos
http://oceans.greenpeace.org/pt/expedicao/news/baleeiros-disparam-arp-o-pr-xi
Há
três coisas que você pode fazer desde já:
1. Salvar baleias:
Envie uma mensagem ao Presidente da Gorton's dos EUA, pedindo-lhe para persuadir a empresa matriz da Gorton's, a Nissui, para colocar um fim definitivo à caça de baleias:
https://ctk.greenpeace.org/od-pt/ctk-letters/get-info?letter%5fid=1217787
2. Ajudar-nos a "caçar os
caçadores":
Todo ano, a frota japonesa de navios baleeiros se esforça muito para manter em segredo suas caçadas. Nós temos métodos próprios para localizá-los, mas, neste mundo atual de imagens por satélite e informação global instantânea, gostaríamos de contar com uma nova ferramenta em nosso equipamento: você. A regrinha dos "seis graus de separação" sugere que você, Defensor dos Oceanos, pode 'conhecer alguém que conhece alguém que conhece alguém' que sabe precisamente onde a frota japonesa está caçando neste exato momento. Você tem algum amigo trabalhando em atividades que, de alguma maneira, possibilitem localizar onde estão os baleeiros? Algum conhecido que esteja navegando no Oceano Antártico? Um primo que faça interpretação de imagens de satélite? Algum vizinho que costuma monitorar comunicações marítimas? Pergunte a eles se podem ajudar o Greenpeace na localização de frotas de baleeiros. Os dados dos navios que estamos procurando estão aqui em nossa página "caça aos caçadores":
http://oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/baleias/cace-cacadores
3. Conseguir mais
defensores:
Todos podem ajudar na missão de registrar até um milhão de Defensores dos Oceanos. Você pode pedir a seus amigos e colegas para se juntarem a este time através deste cartão virtual:
https://ctk.greenpeace.org/od-pt/ctk-ecards/1219533
No próximo ano, estaremos lhe enviando mensalmente por e-mail
atualizações e alertas de ação.
E estaremos acrescentando no site dos
Defensores do Oceano algumas coisas realmente interessantes, que permitirão a
você:
- Fazer uma 'visita virtual' ao navio Esperanza e conhecer
outros Defensores dos Oceanos
- Assistir a videoblogs exclusivos e até mesmo
colocá-los em seu próprio website - já existem alguns em http://oceans.greenpeace.org/pt/ocean-defenders-tv
-
Construir a sua própria página web Defensor dos Oceanos
- Participar de
discussões on-line
- Participar de bate papo AO VIVO com a tripulação do
navio
- Ganhar uma camiseta Defensores dos Oceanos (http://www.cafepress.com/greenpeace.36972588)
E, finalmente, se você ainda não é um colaborador do Greenpeace, pense na idéia de se tornar um deles, para nos ajudar em nosso contínuo trabalho de defender os oceanos do mundo todo:
http://www.greenpeace.org.br/filie-se/?ref=oceanos
Se você já está contribuindo, obrigado por tornar esta viagem possível!
Você pode alterar seus dados e seu endereço de e-mail, bem como fazer ou cancelar sua inscrição das listas de e-mails do Greenpeace:
http://prefs.greenpeace.org/turl/CF2EE5D97AEFCCBF4C618
(Este endereço o levará automaticamente à página com seus dados e preferências.)
Obrigado por se cadastrar!
Shane Rattenbury
Coordenador Internacional da Campanha de
Oceanos
Greenpeace
http://oceans.greenpeace.org/pt
CRÔNICA
Quando os mares têm paredes
No ano 2000, o Ministério do
Meio Ambiente proibiu a exploração de 49 mamíferos aquáticos da fauna nativa ou
exótica brasileira em espetáculos públicos. Por um lado foi definitivamente um
passo lúcido do governo brasileiro que anda um tanto quanto alcoolizado em meio
a tantas atrocidades diárias que, infelizmente, estamos nos habituando. A
legislação vigente até então estava dando abertura a empresários gananciosos
que, por alguns momentos, puderam se deliciar em mares de dinheiro ganho com o
trabalho escravo de lobos e leões-marinhos, golfinhos e orcas. Sim...nós tivemos
orcas em cativeiro no Brasil. Entre 1986 e 1989 o Playcenter, um parque de
diversões de São Paulo, manteve duas orcas enclausuradas e escravizadas a troco
de toneladas de peixes mortos nem sempre frescos, e de carinho de seus
treinadores. As dimensões do tanque nada se comparavam com os mares infinitos
pelos quais navegavam ao redor da Islândia antes de serem capturadas. As águas
do tanque, geralmente turvas, estavam repletas de lixo trazido pelo vento das
arquibancadas daquele pequeno presídio. Nandú, o jovem macho, morreu poucos anos
após sua entrada em “águas” brasileiras. Tinha um tumor nas glândulas adrenais e
sempre teve problemas estomacais, provavelmente causados pelo estresse do
cativeiro. Samoa, a sua companheira de sofrimentos diários, foi devolvida aos
gananciosos empresários em 1989, pois estava ficando grande demais para o
minúsculo tanque do parque. Três anos depois faleceu no Sea World de Orlando,
nos Estados Unidos, mantendo a média de longevidade das orcas em cativeiro de
5.2 anos de idade, contra uma longevidade de 80 anos alcançada na natureza.
Também em São Paulo, em um Shopping Center, dois botos-cor-de-rosa (Inia
geoffrensis) do Amazonas também sentiram na pele o preço da troca de lares. Bia,
uma fêmea adulta e Tikinha, seu filhote, ficaram expostos ao público durante
cerca de 2 anos como se estivessem em mais uma vitrine do Shopping. Tikinha
morreu logo. Bia foi reintroduzida à natureza e muito provavelmente surgiu morta
5 dias após sua soltura; notícia que foi abafada por alguns interesses pessoais.
Além desses exemplos, golfinhos-nariz-de-garrafa da mesma espécie do famoso
Flipper do seriado de TV também foram exibidos em tanques no Playcenter e em
Santos, São Paulo. Chegaram a compartilhar o picadeiro com lobos e
leões-marinhos para exibir movimentos e ações humanizadas, como usar óculos,
bailar com saiotes, cantar e até dar beijos na boca de treinadores. Será que
essas manifestações incrédulas realmente representam as “ações diárias que esses
mamíferos executam em seus habitats” como alegam os defensores do cativeiro sem
escrúpulos? Estes são exemplos caseiros que poderiam se repetir com mais
facilidade no Brasil, caso o governo federal não tomasse a atitude acima
mencionada. Porém a lei deixa claro que, caso os mamíferos aquáticos sejam
trazidos do exterior, aqueles mesmos empresários gananciosos, ou tantos outros
que virão, poderão exibi-los ao público, porém sem as ridículas performances
denominadas mundialmente como espetáculos. Nandú, Samoa, Bia e Tikinha são
alguns dos milhares de exemplos que existem espalhados pelo mundo. Animais
graciosos que foram forçados a trocar a vida livre pela prisão e pagaram com
suas vidas o bem-estar de alguns poucos empresários. Alguns países (como a
Inglaterra) proibiram definitivamente a manutenção desses animais em cativeiro.
Organizações Não-Governamentais Internacionais continuam sua batalha para que a
sua legislação em seus países sejam mais rigorosas com os mega-parques, que por
sua vez sempre enriquecem 2 a 10 pessoas às custas do trabalho escravo dos
“palhaços do mar”. O Brasil, cuja impressão no tocante à pesquisa e à
preservação de mamíferos marinhos é das melhores no exterior, tomou uma
importante decisão. Cabe a você a responsabilidade de mantermos nossa barra e
consciência limpas. Fique atento e pergunte-se sempre:
1) Qual o preço da liberdade quando se está preso e és inocente?
2) Você acharia justo que um empresário rico tirasse de seu lar dois membros queridos de sua família como a sua mãe e um irmão seu, por exemplo, e os colocassem em um picadeiro de circo para o resto da vida com as seguintes condições: eles trabalhariam quase todos os dias do ano, redobrariam seus shows no verão pois a casa estará cheia, nunca mais voltarão à civilização, comerão arroz e feijão todos os dias e terão assistência médica até os dias de suas mortes que, muito provavelmente, ocorrerão bem antes do que eles imaginam?
Fonte: www.projetoatlantis.com.br
Diga não aos cetáceos em cativeiros

Essa é uma matéria
do site www.projetoatlantis.com.br ,vale a pena ser lida e ajuda a entender a crueldade do homem.
Você irá encontrar agora as estórias de três cativeiros que mantiveram cetáceos presos e realizando malabarismos em troca de alimento entre 1968 e 1993 no Brasil. Estas três prisões poderiam ser chamadas de "casas mal assombradas". Poucos empresários enriqueceram com facilidade após forçar golfinhos-nariz-de-garrafa e orcas a serem palhaços de circo, e expor botos-cor-de-rosa da Amazônia em um Shopping Center como se fossem "animais raros". A maioria destes animais perdeu sua vida em troca da riqueza de alguns "amantes dos golfinhos". No Brasil, esta matança terminou em 1990, porém alguns empresários estrangeiros ainda desejam continuar com esta estupidez por aqui. Todos sabem que comportamento forçado é comportamento pervertido. Todos sabem que o confinamento é deletério à mente dos humanos e dos animais. Você gostaria de ver seus pais ou filhos serem forçados a trabalhar por comida e atenção em uma prisão? Tenha certeza de que golfinhos-nariz-de-garrafa, orcas e outros mamíferos marinhos também não iriam gostar. Portanto...após ler os textos que seguem sobre os cetáceos em cativeiro no Brasil, pense duas vezes antes de visitar o próximo parque aquático. Você pode ser o responsável pela próxima morte de um cetáceo em cativeiros ao redor do mundo. Tente visitar esses animais na natureza, em seus termos. Leia com atenção as nossas dicas e tente seguí-las. A natureza irá agradecer!
Nós sugerimos uma visita nos sites das Organizações Não Governamentais Whale and Dolphin Conservation Society e Cetacean Society International para obter maiores informações a respeito da verdade sobre os cetáceos em cativeiro.

Flipper alguns dias antes de sua soltura na Natureza (Foto: A TRIBUNA de Santos)
UMA PRISÃO PEQUENA E SUJA CHAMADA OCEANORIUM
O Estado de São Paulo abrigou três recintos onde cetáceos foram forçados a trabalhar em troca de alimento. Uma dessas prisões localizava-se no município de São Vicente e era chamada de Oceanorium. Aquele recinto não só manteve golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus), mas também lidou com leões-marinhos (Zalophus californianus) trazidos da Califórnia. Eles mantiveram mamíferos marinhos presos entre 1968 e 1993. Pelo menos 10 golfinhos-nariz-de-garrafa morreram em um tanque muito pequeno que continha uma água de má qualidade. Apenas para dar uma idéia aos leitores sobre como os animais eram tratados neste cativeiro. No dia 15 de janeiro de 1970, uma fêmea da espécie T. truncatus chegou da Califórnia e morreu 4 dias depois em função dos maus tratos durante o transporte. Naquela ocasião, o empresário possuía 5 golfinhos-nariz-de-garrafa e 3 leões marinhos. Naquele mesmo ano, o dono do Oceanorium trouxe outro golfinho da Califórnia que recebeu o nome de "Juliet". Esta fêmea morreu 2 anos depois com pneumonia. No mesmo ano, outra fêmea chamada de "Brigitte" também morreu. Após a necrópsia, mais de 2 kg de pregos, bolas de gude e pedras forma encontrados em seu estômago. Em 1990 aquele recinto tinha apenas dois golfinhos: "Carolina", uma fêmea que morreu naquele ano, e "Flipper" (mais um!!) que parou de se apresentar em 1991 e foi solto em Santa Catarina em 1993. A prisão do Oceanorium fechou em seguida e desde 1993 não presenciou mais mortes de cetáceos.
GOLFINHOS EXPOSTOS DENTRO DE UM SHOPPING CENTER ?!?

Sim...isso é verdade e aconteceu aqui no Brasil. Um par fêmea-filhote de botos-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) foi capturado no Rio Formoso, no Estado de Goiás em 1985. Eles foram trazidos para uma piscina de dimensões muito pequenas no Morumbi Shopping, localizado na cidade de São Paulo. A prisão em que eles foram trancados tinha cerca de 4 metros de profundidade e parecia mais uma vitrine de uma das lojas do Shopping. As pessoas que lidaram com aqueles botos desconheciam sobre a biologia da espécie, assim como nunca haviam lidado com golfinhos em cativeiro. Eles chamaram a fêmea adulta de "Bia" e o filhote de "Tiquinha". No dia 29 de maio de 1987 a "Tiquinha" morreu com pneumonia crônica, provavelmente causada por tratamento inadequado do recinto. Uma Organização Não Governamental chamada "União Internacional de Proteção aos Animais" (UIPA) ordenou ao governo brasileiro que liberasse a outra fêmea. Em julho de 1988 "Bia" foi solta no Rio Formoso e desapareceu. A prisão para cetáceos do Shopping foi então fechada.
POBRES ORCAS: DA ISLÂNDIA PARA UMA CIDADE POLUÍDA

Um golfinho-nariz-de-garrafa e Samoa em exibição no Playcenter
(Fotos: Marcos César de O. Santos)-
Em 1985 duas pequenas orcas foram capturadas em águas da Islândia. Elas foram transportadas por um navio de águas límpidas da Islândia para uma cidade poluída como São Paulo. Nesta cidade, elas viverem em uma piscina localizada no Playcenter, um parque de diversões da cidade. A prisão em que viviam tinha dimensões pequenas contendo água com tratamento inadequado. Elas receberam os nomes "Nandú" (macho) e "Samoa" (a fêmea). Provavelmente por causa do estresse da captura e do transporte não apropriado, "Nandú" comeu três bolas de basquete e todo o plástico que revestia a piscina internamente. Ele sempre teve problemas estomacais e intestinais. No dia 2 de março de 1988, "Nandú" morreu com um tumor nas glândulas adrenais. Ele tinha 4 metros de comprimento e não mais do que 4 anos de idade. A "Samoa" permaneceu no tanque até o mês de março de 1989, quando ela foi vendida ao Sea World de Orlando, onde faleceu 3 anos depois com menos de 6 anos de idade. Alguns golfinhos-nariz-de-garrafa e leões marinhos também foram forçados a trabalhar em troca de alimento neste recinto. Desde 1990 este parque não aprisionou mais mamíferos aquáticos.

"As orcas podem viver até 90 anos quando livres e na natureza.
Elas vivem em média 5.2 anos em cativeiro".
Nome:Telma







